Olá pessoal querido que sempre gastam um tempinho pra ver o que a dona Day escreve.
Vocês bem sabem que eu costumo desaparecer, na verdade não gosto muito disso, se pudesse estaria sempre aqui, mas, sempre o problema é a correria com a faculdade, ou a falta de inspiração, engraçado que eu fico toda empolgada pra chegar as férias e penso... Ufa! Vou ter tempo pra escrever, aí parece que tudo se apaga, o tédio toma conta e nada vai, acredito que seja tudo psicológico mesmo, vai entender essa natureza humana.
Pois bem, então estava eu aqui em casa sem muita coisa pra fazer de frente ao facebook (preste atenção na inutilidade da pessoa) e falando com meu namorado (deixei esse trecho pra depois pra ele não pensar que faz parte da inutilidade, te amo viu morzinho!), então minha mãe resolveu me chamar pra dar uma volta no centro de Mogi, pensei eu vou, passeio quem sabe me inspiro, bom na verdade nem sei se pensei nessa parte de inspiração, mas enfim fui, comprei presentinhos, presenciei mais uma vez a indecisão da minha mãe na hora de comprar roupas, enfim nesse entra e saí de loja eis que eu já começo ligar minhas antenas de acessibilidade e vocês não tem noção da quantidade de lojas sem rampa em pleno século XXI, é inacreditável, mas parece que só quem repara mesmo é quem passa pelas dificuldades, as calçadas então nem queiram imaginar, de vez em quando a prefeitura até resolve fazer uma rampa, mas daquelas que mais parecem uma armadilha sabem? As rodinhas sempre enroscam.
O que eu acho estranho é que tem lojas que frequento há bastante tempo, cidade pequena sabe como é, todos se conhecem, o dono da loja está ali na frente os vendedores também, vêem minha mãe levantando a cadeira pra subir o degrau, mas, parece que nem passa pela ideia que o lugar precisa de uma rampa, em alguns lugares até reinvidiquei mas acaba não dando em nada. Portanto, eis que chega mais um final de ano sem que as coisas mudem, só queria que os comerciantes tivessem noção do tanto de clientes portadores de necessidades especiais que eles perdem a cada ano.
Até a próxima.




